MAGLORE COMEMORA 10 ANOS EM SHOW NA AUTÊNTICA

MAGLORE COMEMORA 10 ANOS EM SHOW NA AUTÊNTICA

A banda terá como convidado especial o músico mineiro Leonardo Marques
Reprodução Facebook

10 anos de estrada e a banda Maglore vai rodar o país para celebrar este importante marco na carreira, com uma tour que revisita a história do grupo e mostra as músicas do quarto álbum, “Todas as Bandeiras” (2017). E é este show que eles apresentam na Autêntica, neste sábado, 19, com participação especial do músico e produtor mineiro, Leonardo Marques.

A Maglore é formada por Teago Oliveira (vocal), Leonardo Brandão (guitarra e teclado), Lucas Oliveira (baixo e vocal) e Felipe Dieder (bateria) e já tem quatro álbuns lançados: “Veroz” (2011), “Vamos pra Rua” (2013), “III” (2015) e “Todas as Bandeiras” (2017).

Em 2018, duas canções do quarteto ganharam interpretações especiais. Erasmo Carlos gravou “Não Existe Saudade no Cosmos”, uma das faixas que ficaram de fora do último álbum. Depois foi a vez de Gal Costa cantar uma música do grupo: “Motor”.

Conversamos com o baterista Felipe Dieder sobre o show em BH e as expectativas para 2019. Confira:

BHCult:  Vocês estão completando uma década de estrada. Qual o balanço que fazem da carreira?
Felipe Dieder: Foram dez anos de muitas conquistas, mudanças e percalços, mas o saldo é super positivo! São quatro discos gravados, retratos de quatro momentos distintos na trajetória da banda, cada um apontando pra um caminho específico, todos eles honestos e verdadeiros. A Maglore se mudou pra São Paulo em 2012, fixou o QG por lá, assinamos com a gravadora DeckDisc em 2014, o que também somou bastante pra gente. A partir do “III”, e de modo mais eficiente no “Todas as Bandeiras” em diante, sentimos que a banda se profissionalizou mais, aprendeu e entendeu como se colocar dentro do nosso circuito. Os discos passaram a ser mais bem produzidos, as tours se tornaram mais amplas, viajamos duas vezes pra shows nos EUA (Austin, em 2017, e NY em 2018), o público se ampliou. Acredito que o mais importante nesse saldo final é o aprendizado que todos os momentos, sejam os mais positivos ou os mais difíceis, trouxeram pra gente, tanto na construção de uma carreira quanto no sentido pessoal mesmo. Manter uma banda autoral, nesse nicho em que estamos fazendo o que queremos e vivendo disso, não é simples, mas conseguimos!

BHC: Quais as novidades da banda para 2019?
Felipe: Estamos começando uma turnê celebrando dez anos de banda, já que a Maglore foi formada em 2009. Esse show vai ter registro em áudio e vídeo de uma data em São Paulo, no próximo dia 25. O set será maior e trará algumas coisas que não tocamos há um tempo.

BHC: O que o público de BH pode esperar do show?
Felipe: Certamente, a entrega de sempre, ainda mais por ser em BH. É uma cidade querida e que faz parte da nossa história desde praticamente o começo. Perdi as contas de quantas vezes fomos tocar em BH de carro, nove, dez horas de viagem, todos juntos com os equipamentos, pra tirar a grana do combustível e nada mais. Voltar pra Belo Horizonte com esse show vai ser especial! Muita coisa lá detrás vai ser rememorada, sem dúvida.

BHC: O que conhecem e mais gostam aqui de BH?
Felipe: Mesmo já tendo tocado inúmeras vezes em BH, as viagens sempre são corridas, nunca temos tempo pra exatamente conhecer a cidade. Mas certamente essas três coisas, sem ordem: o acolhimento e o carinho do povo mineiro (o melhor de todos), o rango do Bolão e latas de Viçosa!

BHC: Quais bandas/músicos daqui vocês conhecem e gostam?
Felipe: Temos uma relação especial com os músicos mineiros. Em um dado momento, lá atrás ainda, antes da mudança pra SP, fomos tocar em BH com o Transmissor e ali se solidificaram as amizades. O Leonardo Marques, um talentosíssimo músico e produtor mineiro virou um grande amigo, dividiu a produção do “III” e do “Todas as Bandeiras” com o Rafael Ramos e com a banda, e toca com a gente sempre que as agendas e a logística permitem. O Luiz Gabriel Lopes, do Graveola, divide a composição com o Teago de “Aquela Força”, faixa que abre o último disco. O próprio Leo Moraes, da Autêntica, muita gente não sabe, mas em 2012  passamos uns dias na capital entre dois shows e registramos umas prés do que viria a ser o “Vamos pra Rua” no estúdio dele (acho que a Autêntica nem existia ainda). Enfim, o TC, o Pedro Hamdan, grande batera, a Jeninha, tem muita gente querida em BH. Essa relação que estabelecemos naturalmente com os músicos mineiros é bem massa.

Anote!

Maglore
Data: 19 de janeiro,
Horário: 22h
Local: A Autêntica – Rua Alagoas, 1172, Savassi
Abertura: Renascentes
Ingressos: 20$ promocional / 30$ antecipado
Venda pelo Sympla

Categorias
Música
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