BH CULT INDICA: VALSA BINÁRIA - %%%%

BH CULT INDICA: VALSA BINÁRIA

A banda de hoje, da coluna #BHCUltIndica, eu conheci em 2010/2011. quando era produtora do Caleidoscópio, da TV Horizonte, e chamei pra participar do programa. Foi ali que me...

A banda de hoje, da coluna #BHCUltIndica, eu conheci em 2010/2011. quando era produtora do Caleidoscópio, da TV Horizonte, e chamei pra participar do programa. Foi ali que me encantei por eles. E eles, são a Valsa Binária, formada Leo Moraes (guitarra e voz), Danilo Derick (guitarra e teclado), Salomão Terra (baixo) e Rodrigo Valente (bateria).

Eles já tem dois álbuns lançados: o CD homônimo ‘Valsa Binária’ (2011) e o último, ’10’ (2015) e suas músicas, além de muita personalidade, tem um quê de irreverência muito legal… Imposível não se divertir com a letra de ‘Dessa água eu não bebeo’, por exemplo…
https://www.youtube.com/watch?v=Mcg6cd763ag

14068341_10207008792555323_1751453971820587498_oConversamos com o baixista Salomão Terra sobre a história da banda. Confere aí:
BH Cult: Há quanto tempo existe a banda e como tudo começou? 
Salomão Terra: A banda existe desde 2011, como um encontro de amigos que tocavam em outras bandas locais. Inicialmente, para alguns, era um projeto secundário, mas que foi ganhando espaço e se tornando o principal. O espirito de amizade e prazer pela investigação musical permanece forte.

BHC: A Valsa é uma banda de rock, mas quais são as influências da música de vocês?
ST: A sonoridade da banda, ou melhor dizendo, pluralidade, reflete muito a diversidade dos gostos. O Valsa é quase uma colcha de retalhos sonoros. Existe algo de bem brasileiro, porque todas as músicas nascem como canções, mas também a busca por experimentações, com elementos eletrônicos e estéticas que se fugam do rock.

BHC: Vcs já tem 2 discos lançados… Fale um pouco sobre os dois e as principais diferenças entre eles.
ST: O primeiro disco foi um processo inicial, embrionário. As músicas surgiram antes da banda. Isso deu um direcionamento inicial. Já o segundo, pode ser considerado um disco de construção coletiva e participativa. Ousamos desconstruir algo que já vinha sendo produzido para empurrar os limites. O lançamento aconteceu em 2015 e teve uma ótima repercussão da mídia especializada no país.

293280_249840328469435_1661202282_nBHC: Como é ser uma banda de rock autoral em BH? Quais as maiores dificuldades?
ST: BH nunca foi tão boa quanto agora para quem faz música e arte autoral. Espaços que se abrem, eventos e pessoas interessadas. A cena tem se fortalecido e muitos artistas têm saído da cidade para mostrar-se lá fora. Muita gente buscando sonoridades para além do pop/rock mineiro rsrs.

BHC: Alguma novidade na qual a banda esteja trabalhando?
ST: Partindo para o terceiro disco, mas apenas conversas iniciais rsrss…. Temos muita coisa para ser feita ainda…

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