ADONIRAN BARBOSA É HOMENAGEADO COM DISCO DE INÉDITAS

ADONIRAN BARBOSA É HOMENAGEADO COM DISCO DE INÉDITAS

Projeto tem parceria com a cerveja Eisenbahn
TV Cultura

No dia 6 de agosto, de 1910, há 11o anos, nascia Adoniran Barbosa, compositor cujos versos deram vida a personagens impagáveis na música popular brasileira.

Para homenageá-lo, a cerveja Eisenbahn criou o projeto Onze, no qual 11 artistas gravaram 11 músicas inéditas deixadas por ele, no ano em que se celebram as 11 décadas de seu nascimento.

Para esse projeto, foram convidados nomes como Elza Soares, Zeca Baleiro, Rubel, Francisco El Hombre, Barro, Illy, Luê, Zé Ibarra, Amanda Pacífico, dueto ÀVUÀ, entre outros. A produção musical é da DaHouse Audio e a curadoria do Coala.Lab.

“Estamos muito felizes em trazer para o público músicas inéditas deste artista tão icônico para a cultura do nosso país”, diz Karina Pugliesi, gerente de marketing da Eisenbahn, que completa: “O link entre Eisenbahn e Adoniran vai muito além do trem, presente no nosso logo e em uma das músicas mais famosas do cantor. Este projeto, além de um tributo ao compositor é uma forma de destacar a importância da beleza dos processos. Queremos reforçar este posicionamento porque é assim que produzimos nossas cervejas, pensando em cada detalhe para garantir a qualidade artesanal dos nossos produtos.”

As 11 músicas inéditas de Adoniran Barbosa no projeto Onze, da Eisenbahn, estarão disponíveis no Spotify a partir do aniversário do sambista, 6 de agosto.

Divulgação

Breve História

Tudo começou quando João Rubinato -radialista, ator e humorista – criou um personagem trágico e cômico que era a cara de São Paulo: Adoniran, o sambista. Seus sambas tortos, com sotaque acentuado e erros gramaticais como em “Tiro ao Álvaro” (De tanto levar frechada do teu olhar, Meu peito até parece sabe o quê?, Táuba de tiro ao Álvaro, Não tem mais onde furar), “Samba do Arnesto” (O Arnesto nos convidou / Prum samba ele mora no Brás / Nóis fumos num encontremos ninguém / Nóis vortemos cuma baita de uma réiva / Da otra vêis / Nóis não vai mais / Nóis num semos tatu) e “Trem das Onze” (Não posso ficar nem mais um minuto com você, Sinto muito amor, mas não pode ser, Moro em Jaçanã, Se eu perder esse trem, Que sai agora às onze horas, Só amanhã de manhã), o aproximaram de grandes nomes da música nacional.

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